Sustentabilidade ambiental: vem conhecer os movimentos sustentáveis!

Viver uma vida mais sustentável pode ser um desafio às vezes, né? No meio de tanto estímulo ao consumo inconsciente e ao desperdício, praticar uma rotina de sustentabilidade ambiental em tudo o que fazemos nem sempre é simples. Mas, de pouquinho em pouquinho, a gente vai avançando!

 

A boa notícia é que existem diversas práticas e tendências que você pode adotar em seu dia a dia pra agregar mais sustentabilidade ao seu cotidiano. E como a B.O.B nasceu justamente pra tornar a sustentabilidade cada vez mais prática e natural pra todo mundo, se liga nesse conteúdo: a gente vai explicar direitinho os principais movimentos, conceitos e significados ligados à sustentabilidade ambiental pra ajudar você a ter uma vida cada vez mais equilibrada e consciente. Vem com a gente, vem!

Índice

 

A importância da sustentabilidade ambiental nos dias de hoje

Vira e mexe, a gente se pega falando – com uma suuuper empolgação, claro – dos avanços que nosso modo de vida teve nos últimos anos. Tecnologias novas, soluções incríveis, facilidades diversas: tudo isso transformou o jeito que vivemos e aconteceu mais rápido do que podíamos imaginar. Já tem gente até dando voltinha turística no espaço!

Mas, o que quase nunca nos damos conta é do preço que pagamos por toda essa revolução no modo de produzir e de consumir. Em muitos casos, a conta não fecha e acabamos entrando em uma espiral insustentável, utilizando mais recursos do que podemos gerar. E o prejuízo fica, principalmente, com o planeta.

 

 

Por isso, a sustentabilidade ambiental é tão importante nos dias de hoje. Não podemos – e nem devemos – parar de avançar, mas precisamos encontrar meios de fazer isso de uma forma que nos permita evoluir sem prejudicar o Planeta. Ou seja: descobrir maneiras de produzir, criar, inventar e consumir sem gerar impacto negativo no meio ambiente.

 

Isso vale pra governos, indústrias, empresas, mas pra gente também, claro. Dá pra fazer a nossa parte, e descobrir um jeito de viver uma vida com mais equilíbrio.

Conheça alguns movimentos sustentáveis pra se inspirar

Provavelmente você já sabe o que é reciclagem, mas entender o que é compostagem já começa a causar algumas dúvidas. E quando se fala em downcycling ou greenwashing, então? É um “salve-se quem puder”! E mais: essa miscelânea de palavras complicadas ainda acaba impedindo que muita gente consiga levar uma rotina sustentável e ainda causa uma série de enganos durante o processo de se tornar mais responsável com o Planeta.

 

Pra facilitar, a gente vai apresentar alguns movimentos sustentáveis e explicar, de um jeito bem simples, como eles funcionam. Também vamos ensinar você a evitar algumas práticas e não cair em certas pegadinhas da sustentabilidade, tá? Então vamos logo ao que interessa? Segue a thread e vem com a gente conferir esse verdadeiro “Glossário Sustentável'' que preparamos, com as principais correntes da sustentabilidade ambiental. Afinal, todo mundo pode aprender essa língua, né?

Reciclagem: de volta à (mesma) vida 

A reciclagem ficou famosa há bastante tempo e se tornou uma palavra muuuito conhecida por quase todo mundo. Na teoria, muita gente sabe do que se trata, mas, na prática, pouca gente entende como ela realmente funciona (e se realmente funciona). Aqui no Brasil, por exemplo, segundo a WWF, só 1,3% dos resíduos plásticos recicláveis são efetivamente reciclados. :(

 

 

No resto do mundo, não é muito diferente: países mais avançados possuem índices melhores de reciclagem, mas, ainda assim, não chegam perto de dar conta da quantidade imensa de resíduos descartados. Por isso, o ideal mesmo é evitar o consumo de itens descartáveis ou prejudiciais ao ambiente, combinado?

Mas, você sabia que a reciclagem – ou recycling, em Inglês – é um termo que acaba sendo usado de uma forma mais ampla do que deveria? É assim: em tese, reciclagem só acontece mesmo quando um item descartado, após o processo de transformação, dá origem a um novo item igual ao original, com a mesma qualidade do material e com a mesma função.

 

Exemplo? Quando uma latinha de alumínio vai pra reciclagem e no final acaba se tornando uma nova latinha de alumínio, o que rolou aqui é a verdadeira reciclagem. O mesmo vale pra uma garrafa de vidro que retorna à cadeia de consumo como outra garrafa de vidro, mantendo a mesma qualidade. Pegou a ideia?

 

Leia também: O plástico escondido nas coisas

Upcycling: agregando valor

Mas, e se um item passa pela reciclagem e acaba sendo transformado em outro produto, com qualidade superior ao anterior ou com maior valor agregado? Bom, aí o que aconteceu foi um processo de upcycling.

 

Pra ficar fácil de entender: "up'', em Inglês, indica “pra cima, mais, maior, subir”. Então, upcycling é a mistura de recycling com up, indicando que essa reciclagem, ou o simples reaproveitamento de algum material, gerou um resultado final superior ou melhor que o inicial. Simples de compreender, né?

 

Um exemplo clássico de upcycling que todo mundo conhece é quando você pega retalhos de tecidos e transforma eles em um trabalho de patchwork sensacional, cheio de bossa, que ganha muito mais valor após essa transformação – e pode até ser vendido por um preço muuuito superior ao dos retalhos sozinhos. Em resumo, você deu um “up” nesse material, né?

Downcycling: nada se perde

Bom, se você já pegou a ideia do upcycling, vai ficar facinho entender o sentido de downcycling, já que é, basicamente, o contrário. Aqui, estamos falando de um processo de reciclagem ou de reaproveitamento onde o resultado final das etapas de transformação gera um item de qualidade ou de valor menor que o material original.

 

É que “down”, na língua inglesa, é o oposto de “up”, e significa “menor, pra baixo, descer”. Lembrou de upload e download? :)

Bem, o downcycling rola, por exemplo, quando uma folha de papel sulfite branca passa pela reciclagem e dá origem a um papel de qualidade inferior, como papel higiênico ou papel cartão. Pneus que são transformados em asfalto ou em bolachas de jardim também passaram por downcycling, já que o valor agregado original deles era maior que o valor dos materiais posteriores.

 

E o que acontece com o plástico é o downcycling, já que esse material não pode ser transformado em um produto de mesma ou maior qualidade. Chega um ponto em que o plástico nem pode mais passar pelo processo e acaba, de qualquer forma, em aterros sanitários ou na natureza. Por isso, quando falamos nesse material, considerar a reciclagem como a grande salvação do lixo plástico não é uma realidade.

E wishclycling? O que é isso?

Vamos lá: “wish” vem do Inglês também, e significa “desejar, querer”. Se juntarmos com o termo recycling, temos um sentido de “querer reciclar” ou “desejar que algo seja reciclado”.

 

E é bem por aí mesmo: o wishcycling é uma prática que muita gente faz e sem nem saber. Só que ela pode não ser muito legal. A gente explica: quando alguém coloca um objeto que não é reciclável na coleta seletiva de recicláveis, simplesmente “desejando”, “torcendo” ou “tendo esperança” de que ele venha a ser reciclado, está fazendo wishclycling.

 

Só que essa reciclagem não acontece, claro. Não tem milagre: se não é reciclável, não será reciclado. E o pior: essa prática só serve pra complicar a vida das cooperativas e indústrias de reciclagem, que tem um trabalho maior de filtragem e separação desses resíduos.

 

Uma caixa de pizza é um ótimo exemplo: o papelão da caixa é um material de altíssima reciclabilidade, mas se ele estiver todo sujo de queijo ou gordura, sua reciclagem já não é mais possível. E muita gente coloca esse item na coleta seletiva na esperança que seja reciclado mesmo assim.

 

Percebeu como o wishcycling ocorre principalmente por falta de informação? São pessoas com ótimas intenções, querendo fazer sua parte, mas que não sabem que um item não é reciclável. Isso só mostra como é importante a gente conversar e compartilhar essas informações uns com os outros, né?

 

Compostável x Biodegradável: entenda a diferença

Falamos bastante sobre o movimento da reciclagem, mas e a compostagem, você conhece? Esse movimento vem ganhando bastante força nos últimos anos e muita gente já tá atenta aos benefícios que a compostagem doméstica pode trazer pro meio ambiente e pra uma vida mais sustentável. Mesmo assim, ainda rolam várias dúvidas.

 

Uma delas é saber a diferença entre materiais compostáveis e biodegradáveis. São conceitos parecidos, mas não iguais. Confere aí!

Biodegradável

Um material ou substância que é biodegradável é aquele que, como diz o próprio nome, se degrada de forma natural (bio), sem precisar de condições especiais pra isso acontecer. Geralmente, o processo ocorre pela ação de bactérias, fungos, algas e outros microorganismos existentes na natureza, responsáveis por quebrar esse resíduo em partes menores e introduzi-los novamente no ecossistema.

  

A questão aqui é o sentido do termo "degradar'': ele é muito amplo, e pode significar algumas coisas. Esse processo de degradação pode ser “limpo”, sem resultar em prejuízos ao meio ambiente e também rápido, ocorrendo em curto prazo. Na teoria, quanto mais limpo e rápido, melhor! Papel, por exemplo, é um material biodegradável, e ele costuma ser absorvido pelo ambiente relativamente rápido, sem deixar rastros tóxicos. Ponto positivo pro papel!

 

Mas, essa degradação pode acontecer de forma muuuito lenta, e ainda gerar impacto negativo na natureza. Por exemplo, sabia que, em tese, o plástico pode ser considerado biodegradável? No ambiente, ele até pode se degradar de forma natural, sim, só que vai levar séculos pra isso acontecer, e nesse processo ele vai causar problemas pra toda a cadeia envolvida. Isso, sem contar, que ele não some completamente do Planeta. O plástico se quebra em micropartículas que nunca são completamente absorvidas, fazendo com que ele exista praticamente pra sempre! Ruim, né?

 

Compostável

Um material compostável é aquele que passa por uma biodegradação rápida (meses) e limpa, mas isso só ocorre através de um processo correto de compostagem, que utiliza compostos orgânicos como fator acelerador do processo.

 

O material compostável, então, é desintegrado em partículas invisíveis – gerando água, dióxido de carbono e biomassa (adubo) – e não é mais distinguível do restante do composto orgânico. Ou seja, vira tudo uma coisa só. E claro, isso tudo acontece sem causar nenhum prejuízo ambiental.

  

Hoje, já existem muitas sacolas e embalagens compostáveis, o que é bem legal, mas pra que de fato sejam transformadas em composto, precisam passar por esse processo específico de compostagem que falamos – a transformação não vai acontecer em um aterro sanitário, por exemplo.

 

Cuidado com o tal do Greenwashing!

Com mais e mais pessoas aumentando sua consciência ambiental e se preocupando com o impacto do seu consumo na sociedade e no planeta – eba! – o mercado vem se adaptando a essa mudança no perfil de compra, claro. A quantidade de marcas oferecendo opções de produtos com uma abordagem mais consciente e sustentável só cresce e isso é ótimo. Só que sempre tem os espertinhos, né?

 

Greenwashing é isso: quando uma marca ou produto tenta se passar por sustentável ou responsável ambientalmente somente pra vender mais ou parecer bacana. Ou seja: greenwashing é enganação. A expressão vem do Inglês “green” (verde) e “washing”, de lavagem, limpeza. É como se um produto que não é “verde” passasse por uma maquiagem pra parecer ser e, assim, conquistar os consumidores adeptos de um consumo mais ecológico.

  

Muitas vezes não é fácil reconhecer um produto ou uma marca usando a estratégia do greenwashing, especialmente porque ainda falta informação por parte de muitos consumidores e também porque há pouca ou quase nenhuma regulação dos órgãos fiscalizadores. A melhor forma de escapar e não cair no golpe? Pesquise bastante, procure saber mais, leia os rótulos e compartilhe informações! Prestigiar as marcas verdadeiramente comprometidas com a sustentabilidade ambiental é uma forma incrível de fazer sua parte!

 

Uma dica que eu posso dar pra você é sempre tentar pensar de forma lógica, por exemplo: existem várias marcas lançando barrinhas por aí, mas todo o resto do seu portfólio é líquido, usa plástico em suas embalagens e ainda tem ingredientes tóxicos na composição. Essas marcas encantam com um produto que parece ser mais responsável, mas no background são um show de poluição. 

 

Clean Beauty, Green Beauty e Blue Beauty: os movimentos de beleza sustentável

As #BOBers que acompanham nosso blog há algum tempo com certeza já leram nosso conteúdo sobre Clean Beauty e aprenderam que essa é uma tendência dentro da indústria de cosméticos que busca fórmulas com ingredientes mais suaves, que não causam danos ou riscos à saúde do consumidor. São produtos seguros de se usar, sem ativos tóxicos ou potencialmente perigosos ao usuário, mas que podem incluir compostos sintéticos, desde que sejam comprovadamente seguros.

 

Green Beauty

Já o movimento Green Beauty vai além: mais do que cosméticos “limpos” e seguros, a proposta aqui é que seus ingredientes sejam exclusivamente extraídos de fontes naturais. Além de naturais, esses ativos precisam ser atóxicos – sim, ingredientes naturais podem ser nocivos, sabia? – e estar em conformidade com uma prática sustentável e orgânica. Ou seja, esses componentes precisam ser #Cruelty Free, por exemplo, e vir de cadeias de fornecimento certificadas. É a “beleza verde”!

 

Blue Beauty

Você deve estar pensando: “tá, mas e essa tal de Blue Beauty? O que significa?”. A Blue Beauty é uma corrente que nasceu dentro do movimento Green Beauty e o foco aqui é o cuidado específico com a preservação dos oceanos. A atenção especial é com o processo de descarte das embalagens desses cosméticos e produtos de beleza, que podem ir parar nos mares e também com o potencial prejuízo à vida marinha causado pelos ingredientes desses produtos.

 

Leia também: Dia Mundial da Água

 

B.O.B: sustentabilidade ambiental em forma de barra

Ufa! São muitos movimentos e correntes da sustentabilidade ambiental, né? Ficou confusa? Não tem problema: o importante é ter vontade de saber mais e, principalmente, de levar uma vida mais sustentável e equilibrada, nem que seja pouco a pouco. A gente sempre repete por aqui: são as pequenas atitudes, no dia a dia, que vão gerar a grande transformação no futuro. Tem uma frase famosa que rola pelas redes sociais que traduz muito o que estamos falando por aqui: não adianta termos poucas pessoas fazendo tudo perfeito, precisamos de muuuuitas pessoas fazendo possível e dando o seu melhor!

 

E nossa linha completa de produtos está aqui pra facilitar uma rotina cada vez mais consciente pra você. Nossos cosméticos sólidos foram criados pra levar mais sustentabilidade ambiental pro seu cuidado pessoal diário, sempre de um jeito simples e natural. É o que chamamos de sustentabilidade possível!

  

As barras de shampoo, condicionador, máscara capilar, limpeza facial e sabonete íntimo da B.O.B seguem muitos desses movimentos e conceitos que falamos aí em cima, sabia? É um jeito super tranquilo de você colocar em prática toda essa teoria da sustentabilidade ambiental que estudamos juntas! Quer ver só?

 

Nossas barrinhas não usam plástico – zerinho mesmo – e nossas embalagens são todas produzidas em materiais biodegradáveis e/ou compostáveis. Além disso, utilizamos ingredientes naturais e veganos em nossos produtos, e nenhum deles passou por testes em animais! Tem mais: não usamos ativos agressivos ou poluentes em nossas fórmulas. Isso garante saúde e segurança pra você, sem contaminar o solo ou a água no meio ambiente.

 

Com a B.O.B é assim: você cuida de si mesma e da natureza, e cada barrinha é uma verdadeira aula de sustentabilidade a cada banho! Tem mais dúvidas sobre algum movimento ou conceito do segmento eco friendly? Que tal deixar nos comentários pra aprendermos juntas? :)

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