Slow living: conheça o conceito de viver com calma!

Slow living: conheça o conceito de viver com calma!

Diz aí: quantas vezes, nos últimos anos, você já disse nunca ter tempo pra fazer alguma coisa que gosta? Às vezes nem percebemos, mas de pouco em pouco vamos acelerando a rotina, querendo fazer várias coisas ao mesmo tempo e tudo de forma mais rápida e "eficiente". E aí, quando nos damos conta, já nem estamos mais aproveitando de verdade os momentos.

A sensação é a de que toda essa correria é normal, que faz parte do pacote da vida moderna e que tudo o que podemos fazer é nos acostumar. Mas isso não é verdade e a real é que viver assim faz mais mal do que bem, porque nos deixa cada dia mais ansiosas, impacientes e desconectadas do que, de fato, importa pra cada uma de nós.

Ainda bem que existem formas da gente tirar o pé desse acelerador e repensar as coisas. Uma delas é o slow living: um movimento que propõe trazermos um olhar mais presente e conectado pra rotina, tornando ela mais calma e equilibrada.

Gostou da ideia? Então vem comigo que eu vou contar tudo sobre o conceito e te dar dicas de como viver a slow life!

Índice

O que é slow living?

Slow living vem do inglês e, em livre tradução, significa "vida lenta" ou "viver lentamente", o que define bem o movimento na prática. Ele propõe nadarmos contra a corrente imediatista do ritmo de vida atual, onde temos a sensação de que tudo deve ser pra agora e o mais rápido possível.

Vou pegar um exemplo bem corriqueiro: já reparou como as mensagens de áudio do WhatsApp, que já foram criadas pra tornar a comunicação mais rápida, agora oferecem a opção de serem aceleradas até 2x? Essa ferramenta criou a possibilidade de acelerar a conversa tão normal que, quando ouvimos o áudio na velocidade real, muitas vezes achamos que ele tá lento demais.

Mas a verdade é que não tem necessidade nenhuma de ter tanta pressa, até porque, aos poucos, vamos perdendo o prazer de fazer uma das coisas mais naturais pra nós, que é conversar. Vai me dizer que não é muito mais gostoso escutar (e ser escutada) atentamente durante um bate-papo com as pessoas que são importantes pra você?

Somado a isso, essa vontade de querer fazer tudo caber no dia nos impede de nos dedicarmos de verdade ao momento, e a sensação que dá é de que tudo vai ficando pra trás. E isso não faz bem pra ninguém, muito pelo contrário, só vai nos deixando mais exaustas e estressadas, né?

Pois é, e é justamente isso que a slow life vem pra quebrar. Com ela, aprendemos que a qualidade do que fazemos tem muito mais importância do que a quantidade. A ideia é encontrar o nosso próprio ritmo, de forma consciente, calma e atenta a cada coisa que nos propomos a fazer e pensar. É uma forma de apreciar de verdade a vida, encontrando mais bem-estar e paz interior.

Movimento slow: a origem do slow living

O slow living não surgiu do nada, ele veio do movimento slow, uma tendência bem ampla que engloba tudo que faz parte da vida: a forma de pensar, agir, consumir e até se relacionar. Ele nasceu lá na Itália por volta da década de 80 com o slow food, que propunha uma experiência mais consciente com a comida e foi criado como protesto às redes de fast food que surgiam na região.

Lá naquela época já existiam pessoas com a visão de que acelerar as coisas é o oposto de deixá-las mais saudáveis, e o movimento só foi crescendo. Logo em seguida foram sendo criados "irmãos" da tendência, como o slow fashion, uma prática de moda sustentável que luta contra o fast fashion.

Ou seja: o movimento não é somente uma forma de acalmar a rotina, mas também uma forma de protestar contra tudo o que ameaça nosso equilíbrio e do Planeta. Legal isso, né?

Por que vivemos uma vida acelerada?

A aceleração da rotina é uma consequência da vida moderna, mas não é sinônimo dela. A verdade é que, com o aumento do uso das tecnologias, tudo ficou mais "perto" e mais rápido de ser solucionado. E isso foi nos acostumando, inconscientemente, a ter tudo de imediato, como se tomar um tempo pra pesquisar algo fosse uma afronta à nossa capacidade de encontrar as respostas pras coisas.

Mas o problema é que tudo isso também nos condiciona a querermos buscar um falso alto desempenho, lotando nossa rotina de mais e mais tarefas — afinal, se já consigo fazer algo mais rápido, por que não fazer mais? Só que a real é que produtividade não tem a ver com preencher cada lacuna do nosso dia com uma atividade, mas sim deixar tempo pra respirar.

Por isso, é muito importante trazermos esse olhar desacelerado pra vida contemporânea, mostrando que é possível, sim, sermos produtivas e termos qualidade de vida, ao mesmo tempo.

Dicas de como viver uma slow life

Se a ideia de viver uma vida mais calma, equilibrada e consciente tem tudo a ver com o que você procura, que tal começar hoje mesmo? E não precisa ser na pressa, até porque isso vai totalmente contra a proposta do movimento, né?

O legal mesmo é dedicar seu tempo e sua atenção a tornar sua rotina mais conectada com seu próprio ritmo, com trocas sustentáveis que sejam verdadeiramente alinhadas com seu momento e suas vontades.

Olha só algumas dicas super leves que eu separei pra você viver a slow life:

Defina o que é prioridade pra você

Às vezes a gente quer fazer tudo de uma vez só, mas você já se perguntou se tudo o que tá na sua to-do list faz realmente sentido pra você? É bem comum que a gente tenha a sensação de que TEM que fazer algo, quando na real é só uma pressão que colocamos em nossa própria cabeça pra atingir um ideal de produtividade impecável — que nem existe.

Mas muito dessa ansiedade e vontade de querer acelerar as coisas pode ser evitada quando a gente aprende a seguir uma rotina de prioridades, tanto nas obrigações quanto no tempo de lazer. Uma boa dica é ter um planner, organizando e contabilizando seus compromissos conforme o que realmente cabe em cada dia de forma visual e realista.

Com essa forma de organizar a vida, passamos a ver que o tempo não é nosso inimigo e nossa relação com ele só depende da forma que o usamos. Os horários bem definidos e visíveis tornam muito mais fácil administrar as brechas no dia e tratar elas como uma oportunidade pra descansar e recarregar, não como um momento de preocupação por não estar sendo produtiva.

Cultive aquilo que te faz bem

Falando em brechas na rotina, fica aqui outra dica: separe um momento do dia só pra você, sem obrigações ou a autocobrança de estar fazendo algo que não seja única e exclusivamente pro seu bem-estar. É sempre bom lembrar que você é o seu maior compromisso, então nada mais justo do que cultivar aquilo que te faz sentir bem e alimenta sua essência.

Às vezes, tudo o que precisamos é dedicar um tempinho pra fazer aquela rotina de banho completa e restauradora antes de dormir, ou, simplesmente, assistir aquela série salva nos favoritos há semanas, ou até meses, e que nunca "tivemos tempo" de ver. A escolha de como esse tempo vai ser usado é 100% sua, afinal ninguém mais pode fazer isso por você.

Crie o hábito das pequenas metas

Sabe quando a gente quer conquistar algo, mas parece tão distante ou tão longo que começamos a ficar ansiosas e queremos acelerar o processo sem aproveitar ele de verdade? Isso não acontece se você dividir essa meta em pequenas atividades que são bem mais fáceis de encaixar na rotina diária.

Vou dar outro exemplo bem cotidiano pra isso: ao invés de estabelecer que você quer criar o hábito da leitura lendo dez livros no ano, por que não definir que você vai ler dez páginas por dia? Talvez de manhãzinha enquanto toma o café, ou depois do almoço.

Além de ser uma meta muito mais realista e possível, as chances de você adiar essa leitura toda pro final do ano e querer ler dez livros em um único mês, sem nem entender o que eles querem dizer, chegam a quase nulas, viu?

Torne sua rotina mais saborosa

Eu sei que fazer uma refeição rápida e voltar pros compromissos às vezes ajuda bastante ou que nem sempre é possível parar pra comer com calma. Mas vale a pena fazer o esforço, nem que seja em momentos pontuais da sua semana!

Que tal, por exemplo, escolher uma noite na semana pra testar receitas novas? Talvez cada noite possa ser temática, com a comida típica de um estado ou país diferente. Assim, a alimentação volta a ser tratada como o que realmente é: um momento de criar, saborear e explorar por completo as diversas possibilidades que o mundo gastronômico tem a oferecer.

Ah, e se você tem crianças, dá pra aproveitar esse momento pra ensinar que os alimentos precisam ser preparados — eles não nascem prontos! — e comer com tempo pra curtir a textura e o sabor da comida. Isso sem falar que você foge do delivery e deixa de contribuir com a produção de lixo plástico com as embalagens, né?

Exercite a atenção plena

A pressa não é só inimiga do cuidado, mas também da atenção! Quando estamos tão acelerados, é fácil deixar de prestar atenção em todos os detalhes e, ao final do dia, ficar com aquela sensação de que sequer lembramos do que rolou. Por exemplo, quantas vezes você já esqueceu completamente o que comeu durante as refeições do dia anterior?

Pode parecer bobo, mas a atenção plena, ou mindfulness, nos permite apreciar as pequenas coisas que fazemos na rotina — tudo a ver com a slow life! Uma forma de fazer ela acontecer é praticar a meditação. A ideia central dela é justamente nos trazer pro que acontece aqui e agora de forma consciente, afinal essa é a realidade que precisamos vivenciar.

Deixe a tela de lado

Lembra quando falamos agora pouco sobre como o ritmo de vida acelerado tá totalmente conectado com o aumento do uso de tecnologias? Pois é, por isso mesmo tirar um tempinho fora das telas (de celulares, computadores e TVs, por exemplo) pode fazer toda a diferença no dia.

Isso porque elas nos deixam super vidradas no mundo digital, onde tudo acontece de forma rápida em informações imediatas e vídeos de 15 segundos. Aí fica fácil esquecer como no mundo real tudo acontece num tempo diferente, né?

Mas calma, você não precisa desativar todas as suas redes sociais e desistir de vez da tecnologia, a ideia não é essa! É possível, sim ter um olhar mais sustentável para seus eletrônicos, tanto na forma como você se relaciona com eles quanto com os cuidados para que eles durem por bastante tempo. Afinal, é bom lembrar que o slow living é sobre preservar o equilíbrio do Planeta tanto quanto o seu!

Consuma de forma consciente

Falando em sustentabilidade, consumir de um jeito mais lento e equilibrado tem tudo a ver com slow living, percebeu? O consumo consciente prega escolher o que usamos diariamente de forma mais responsável, assumindo os impactos positivos e negativos que cada escolha tem nas nossas vidas e no meio ambiente.

Pra isso, ele nos ensina a consumir produtos realmente úteis para nós que não estejam só alinhados com as práticas ecológicas, mas também com a durabilidade. Porque se você tem um item durável, sustentável e 100% útil para sua rotina, pra que vai escolher outro, né?

Aliás, minha linha de produtos conta com cosméticos em barra e acessórios sustentáveis, livres de plásticos, waterless e veganos, feitos pra você criar uma rotina de autocuidado completa e aproveitar seus momentos de forma consciente e presente.

Tem mais: nenhuma das barrinhas possui aqueles ativos químicos potencialmente nocivos pra você e pra natureza, nem são testados em animais, ou seja são 100% cruelty-free. Eu escolho apenas ingredientes naturais, de fontes certificadas e super concentrados: assim você usa as barrinhas por beeem mais tempo!

Ah, e eu ainda tenho um Guia do Consumo Consciente completo que te ajuda a conhecer tudo sobre esse universo que direciona pras melhores escolhas na sua rotina. Assim, você pode soltar o pé do desacelerador com muito mais tranquilidade. Até porque a real é que não precisamos, mesmo, correr pra viver.

Curtiu o conteúdo? Que tal deixar um comentário aqui sobre seus pontos favoritos, ou até deixar dicas extras se o slow living já é uma realidade pra você? Eu vou amar ler tudinho.

Até a próxima!

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